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 Um espectro ronda o Mundo - o espectro do SystemicChange0 comments
picture26 June 2013
Um espectro ronda o Mundo - o espectro do SystemicChange. Todas as potências do velho Mundo unem-se numha Santa Aliança para conjurá-lo: o papa e o Obamba, a Merkel e a Dilma, os radicais da França e os policiais da Alemanha.

Quê partido de oposiçom nom foi acusado de SystemicChange pelos seus adversários no poder? Que partido de oposiçom, por sua vez, nom lançou aos seus adversários de direita ou de esquerda a alcunha infamante de SystemicChange?

Duas conclusons decorrem desses factos:

1ª. O SystemicChange já é reconhecido como força por todas as potências da Europa.

2ª. É tempo de os qye fazem SystemicChange exporem, à face do mundo inteiro, o seu modo de ver, os seus fins e as suas tendências, opondo um manifesto de se próprio, do espectro do SystemicChange.

Com este fim, reunírom-se, na Internet, os agentes do SystemicChange de várias nacionalidades e redigírom o manifesto seguinte, que será publicado em inglês, francês, alemão, italiano, flamengo e dinamarquês.  More >


 Satyagraha 2.0 - a única solução possível pensável contra a opressão0 comments
picture21 June 2013
Satyagraha 2.0 - a única solução possível pensável contra a opressão
(inglês: [link] )

Os tempos têm mostrado que as revoluções feitas com violência sempre produziram o efeito oposto. Podemos olhar o fato de vários ângulos e encontrar várias razões. A mais clara vem do campo da matemática da 'Teoria dos Jogos', que mostra que se trata de uma questão de estratégia!

Olhando para o que funcionou na história, encontramos a idéia da 'Satyagraha, do Mahatma Gandhi, depois de ardente busca por uma solução contra a ocupação da Índia pelos ingleses, em meio aos embates entre Hindus, Cristãos e Mulçumanos. Quanto mais olhamos, mais achamos paralelos, então e agora. Da política à justiça, corrupção, a medicina mesma, e o campo da ciência. Além do mais, ainda que o movimento tenha sido traído mais tarde, o Satyagraha funcionou.

Hoje, vivemos em pseudo-democracias que são, de fato, oligarquias de um pequeno e altamente organizado network de gente rica e seus representantes, que manejam iludir as populações de que elas poderiam influenciar na política, com os seus votos. O princípio de "justiça igual para todos", tem se tornado uma farsa ao ponto de muitos países estarem providenciando 'leis' prá imunidade da casta governante.

As populações são levadas a pensar que os seus problemas são nacionais e que poderiam ser solvidos, simplesmente, ajustando ou repondo alguns elementos. Mas, aproximadamente todos os países, hoje, sofrem o mesmo destino. Seja Itália, Grécia, Espanha, Portugal ou Brasil, o único que muda é a língua local.

Satyagraha, matematicamente, não é uma 'winning strategy', como tal, mas a ÚNICA estratégia que pode evitar uma perda. " desobediência civil não violenta", seria uma interpretação pragmática da estratégia. E o conceito é de longe mais amplo, bem encaixado e válido nos tempos de hoje, cem anos depois destas palavras serem criadas! A corrupção é sistêmica e é global.

Aqui estão as regras, atualizadas para 2013. Tenha em mente que as regras definam a estratégia da luta e não um moralismo ou uma doutrina.

    Satyagraha 2.0 (NEXT GENERATION - 2013)

1. Declare-se um Satyagrahi;
2. Durante as manifestações, abstenha-se de qualquer tipo de violência, inclusive nos discursos e nos cartazes;
3. Documente e denuncie qualquer tipo de agressão violenta por parte das forças do opressor e seus provocadores contratados, bem como dos atores não Satyagrahis, usando as redes eletrônicas;
4.Evite qualquer concentração física de pessoas que poderiam ser feitas de alvo de ataque pelo opressor ou seus agentes contratados;
5. Jogue o jogo Tom & Jerry: sempre que a opressâo ou seus agentes pagos aparecerem, escondam-se; após sua retirada ou quando derem as costas, saia ao ar livre e dance;
6. Opressores jogam para fazer parecer e instigam a briga entre diferentes grupos étnicos, culturais e religiosos. Denuncie quando isso acontecer e não caia na armadilha deles;
7. Comece a pensar no depois. Gandhi propôs uma democracia estritamente descentralizada, semelhante à "República Räte" (conselhos locais) e com a internet, isso pode ser facilmente implementado.
8. Evite colocar roupas ou manifestar com bandeiras/objetos representativos de algum partido, evitando assim, possível risco de violência. Estamos todos no mesmo barco e os partidos são uma ilusão dessa falsa democracia;
9. Não faça uso de qualquer instrumento que possa ferir outras pessoas como, por exemplo, fogos de artifício, evitando também argumentos para ser alvo de opressores e facilitando a identificação de atores não Satyagrahi;
10. Para já, evite nomear líderes públicos (que poderiam ser persuadidos ou corrompidos pelos opressores).

Finalmente, tenha em mente que:
- os opressores tentarão de tudo para fazer a população crer que eles são onipresentes, mas eles NÃO são!
- eles podem até mesmo deliberadamente construir e transmitir as agressões que nunca aconteceram só para incitar a indignação pública;
- eles irão hackear um movimento Satyagraha como já hackearam todos os movimentos sociais no passado;
- eles irão prometer 'melhorar' tudo no país e que também vão atender os pedidos do povo no futuro, pra que o povo recue e as vozes silenciem;
- eles nunca cumprirão, dentro do sistema atual, porque isso seria o seu fim.

Não se deixe enganar! Mantenha-se calmo e reafirme que "a verdade prevalecerá"!.

Seja um Satyagrahi!
Seja um Satyagrahi NEXT GENERATION!
 More >


 Onde você está em relação ao passado, ao presente e ao futuro?!0 comments
picture16 January 2013
(original em inglês 12 Jan 2013 @ 14:41, por Max Sandor)

O homem civilizado moderno parece estarrecido quando encontra estilos de vida diferentes dos nossos tempos. O exemplo mais óbvio é o das culturas cujos membros parecem viver de modo feliz, SEM fazer inferências, como os 'Pirahã' do Brasil ( ver [link] ). Eles têm a 'Gramática da Felicidade', ou são eles não-humanos, segundo a inferência do ponto-de-vista dos linguístas/filósofos? As opiniões parecem oscilar entre reverência cega e racismo declarado.

Enquanto isso, uma outra língua nativa fez ergueren-se algumas sobrancelhas; uma língua que é também 'suspeita' de ser 'não-inferente', e uma língua que trata a perspectiva do passado&futuro aparentemente de modo oposto da 'nossa' perspectiva.

Linguistas olharam para uma das principais línguas dos descendentes do povo Maia, a língua Aymara, falada por cerca de 3 milhões de pessoas, e viram que o povo que falava essa língua colocava o futuro aparentemente ATRÁS, e o passado NA FRENTE deles (veja [link] ).

Se quiser, dá para sorrir com arrrogância e seguir com a vida...MAS, o que aconteceria se olhássemos por um momento para a sanidade da NOSSA cultura, que coloca o futuro 'em frente'?

Primeiro, porém, um pequeno detalhe que normalmente escapa à atenção dos linguistas profissionais: as línguas ocidentais modernas colapsam as preposições de espaço e de tempo dentro das MESMAS palavras, como se tempo de espaço fossem a mesma coisa. Se estritamente visto, não faz sentido tratar ambos como o mesmo.

Segundo, nossas próprias línguas tratam as preposições de tempo de um modo que permite a especulação de que talvez, NOSSOS PRÓPRIOS ANCESTRAIS LINGUÍSTICOS podem ter tido o passado 'na frente' e o futuro 'atrás'. No mínimo podemos construir algumas combinações de arrepiar os cabelos, sobre as preposições de espaço e de tempo, como fez Maynard de Aymar na língua germânica ( [link] ).

Propõe-se, assim, um novo e fresco olhar naquilo que estamos olhando, quando estivermos olhando para o elemento mais inferente da nossa mente, que é a idéia de futuro!

Colocar a visão de futuro diretamente na frente, como parece ser o hábito da maioria das pessoas ocidentais, é, provavelmente, a PIOR de todas as possibilidades. Isso faz colidir direta e brutalmente com a percepção 'daquilo que está lá, em frente de si', a chamada SITUAÇÃO PRESENTE. A experiência mostra que esse modo de ver o futuro cria incerteza, auto-invalidação, tensões extremas, nervosismo, e falta generalizada de persistência, necessário para se alcançar um objetivo.

No Power+Life Coaching nós oferecemos, entretanto, ao cliente, trabalhar com a visão dos seus projetos FORA do espaço da 'realidade atual', típica no lado direito e acima do corpo. Isso funciona muito bem para muitos e é de longe superior à visão 'comum' do futuro direto na frente.

E o passado? Aquilo que não se vê PODE ferir! Se você não está atento no tráfego em torno enquanto dirige um carro, as chances de um acidente aumentam dramaticamente. Para se ter um sentido de novas tendências, quer no tráfego ou na vida, é preciso trilhar movimentos que se estendem do passado até dentro do futuro.

Portanto, colocar o passado ATRÁS de si mesmo é a pior opção.

Em nossas sessões de Coaching, nós convidamos o cliente a perceber o passado no lado ESQUERDO e ABAIXO. Observamos então nossos projetos se desdobrando sobre idireito, ambos ligeiramente em frente.

Até agora tudo bem, mas esse ainda não é o modo que a língua falada pelos índios Aymara parece indicar as suas visões do futuro e do passado.

Agora, se se move 'o espaço da visão de futuro'para o topo da cabeça, ligeiramente para trás, se poderá especular que os pesquisadores da língua não-inferente dos Aymara podem bem ter negligenciado um detalhe importante: 'atrás', não- necessariamente se refere ao espaço FÍSICO das costas, ou atrás da expressão da fala, mas aponta para o espaço INTERNO na visão da pessoa.

O que significa que, tomando a visão de futuro no espaço interno (necessariamente um espaço inferente ou "postulador'), significando ligeiramente ATRÁS e ACIMA da cabeça, e o seu passado estando lateralmente visível, torna-se possível testemunhar o TEMPO PRESENTE, ao máximo, com um mínimo de inferências e/ou interferências.

Ergue-se aqui uma questão da existência: Onde se está em relação ao passado, ao presente e ao futuro?!

Prova!

.....
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Veja os desenhos: [link] (inglês)  More >


 Provisórios Definitivos0 comments
picture14 January 2012
por Heloisa H.R. de Almeida

O(s) governo(s) brasileiro(s) vêm desenhando seu perfil ao ponto de fazê-lo claro aos olhos de quem tenha olhos para ver. A sociedade brasileira está sendo tratada, em sua maioria representada, como escória, um tipo de sub-produto humano dos interesses de uma suposta elite. Acham, os políticos, em relação a si mesmos, que é chegada a hora de exercerem os seus poderes carregados de ódio, frustrações , ressentimentos e confusões sem “Vontade ao Bem”. Vai ficando muito nítido, para alguns de nós, como o sistema político brasileiro vem imulando o que há de mais nefasto e supressivo na atual civilização humana, sobre aqueles considerados comandados, passíveis de tutela e de guia.

Esse desenho é claro, e suas cores são cinza e negro, aos olhos de muitos. Cada passo, cada “Medida Provisória”, cada arranjo, cada mentira proferida, cada roubo, cada arbitrariedade, tendem à precisão do cálculo importado, por esse mesmo sistema, ultrajando e subestimando, na mais completa cara-de pau, a inteligência e a prerrogativa dos seres de procurarem escolher o que melhor lhes serve dentro da conjuntura que se apresenta.

Desenho sistêmico, sistematicamente reforçado, no passo a passo da supressão dos tão falados direitos humanos. Buscam os zumbis políticos e os tecnocratas, antes buscados, por outros, por seus perfís de subserviência, eles mesmos, dispersar a atenção da platéia pasma em confusão, e fazê-la perder-se em detalhes de banalidade, disperdiçando tempo com discussões em círculos, à medida em que avançam em suas agendas.

O pano de fundo e a base “ideológica”, é a promoção da confusão entre tendências, ao ponto da esculhambação! Quém é quem, será que dá prá saber? Não importam os personagens, aqui no caso. São uniformes, colaboram entre si, no silêncio e na zoeira.

Se de fato estamos interessados em algum tipo de avanço na solução dos impasses e do constrangimento da ética espiritual dos seres humanos, precisamos olhar com mais vontade de clareza o jogo que está sendo jogado, e os sub-jogos que estão sendo enfiados goela abaixo dos seres já nascidos.

Quanto aos que estão por chegar, nestes tempos de roubo, usura e controle, melhor será arregimentá-los ainda no ventre.

As mulheres são parideiras descartáveis, dentro desse mesmo sistema , sistema esse que tem como ferramenta mais conveniente seus ministérios-caixas, alí, bem alí, onde a reza principal é : “Fazei de mim, intrumento da tua vontade” Daquilo que não vem hesitando em deixá-las morrer,ou no mínimo fazê-las mutiladas, por descaso, no que se vê aparente, ou por cálculo, no que se deduz, pelo que é dito, e pelo que não é dito. São numerários, elas, num sistema ortodoxo e masculinamente teocrático. Desprotegidas, aviltadas e tripudiadas, o passo agora é que sejam controladas e monitoradas por sabe-se lá quem, no absoluto sigilo a que têm acesso as forças controladoras do que é bem ou mal para os outros, com as justificativas esfarrapadas de que a máquina que as aniquila vai agora melhor poder poupá-las! Poupem-nos dessa falácia! Se não nos pouparem, porque não estão em grau, esses tecnocratas, poupemos-nos nós mesmas, mulheres de carne e osso, de alma e espírito, da subserviência às custas da nossa dignidade e vida, e da dos nossos filhos.

Para que não sejam aqueles filhos..., no futuro, que por uma trouxa de ilusão de poder e controle, vituperem o próprio feminino gerador, a própria Mãe!  More >


 Como não perder a cabeça (na confusão de hoje) 0 comments
picture5 November 2011
Bem-vindos à era das galinhas descabeçadas! O que uma vez foi um jogo de exploração e conquista, agora é luta pela sobrevivência na confusão do galinheiro

05 de Novembro de 2011 às 00:30
Max Sandor

As atitudes dos líderes, tanto na política quanto na economia, mudou várias vezes nas últimas décadas. Uma pergunta que se ouve frequentemente nas discussões entre consultores é: O que mudou? O mundo mesmo ou as pessoas, as novas gerações de líderes?

artigo no Brasil247: [link]


mais artigos por Max:
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A caça ao diabo na música
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Farmacalípso
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A chegada dos nativos digitais
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"Transformação". Tem certeza?
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A Estética é a Mensagem
[link]

Nós precisamos saber! Nós vamos saber!
http://www.brasil247.com.br/pt/247/pernambuco247/21519/N%C3%B3s-precisamos-saber!-N%C3%B3s-vamos-saber!.htm  More >




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Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

1.Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

2.Os grilhões que nos forjavam
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

3.Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

4.Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
(Hino da Independência)


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